segunda-feira, 16 de maio de 2011

Call of Juarez: The Cartel




Prévia: Call of Juarez: The Cartel

Após dois jogos no Velho Oeste, "Call of Juarez" parte para pradarias mais modernas com "The Cartel". A produtora Techland sugere que a essência do bangue-bangue não está em uma época e sim na América sem lei, no sentimento de liberdade e em personagens valentes.

"The Cartel" é a história de pistoleiros modernos, envolvidos com a violência das gangues e traficantes de drogas da fronteira entre os Estados Unidos e o México. Entre esses pistoleiros está Ben McCall, detetive da polícia de Los Angeles e descendente do pastor Ray McCall, dos "Call of Juarez" anteriores.

O jogo bebe de influências como as séries de televisão "24 Horas", "A Agência" e "Sons of Anarchy" para criar uma Los Angeles sombria e violenta. Além das ruas e do céu alaranjado, a cidade é cheia de casas norturnas, palcos de pole dance e dramas policiais.

"Call of Juarez: The Cartel" possui um modo multijogador cooperativo, similar ao de "Bound in Blood", seu antecessor, mas com suporte para três jogadores, que podem entrar e sair do jogo a qualquer momento. O trabalho em equipe é estimulado pelo sistema de cobertura e mira semi-automática, ideal para cercar e reprimir os tiros do inimigo.

Livre das amarras do Velho Oeste, "The Cartel" investe em armamentos e véiculos modernos: rifles de assalto, pistolas automáticas e rifles de precisão são algumas das opções e esportivos possantes e jipes de luxo substituem os cavalos e diligências.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Faça seu fuzil AR-15

daew galera,quem curte jogos de tiro sabe que em todo o jogo de tiro o fuzil M4A1 não pode faltar né?Mais poucos sabem que ess fuzil tem uma versão civil o AR-15,a unica diferença entre os 2 é quo o AR-15 é Semi-Automatico...Eu encontrei um site que vc pode fazer seu proprio fuzil!!Vejam..
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Resident Evil 5 - PC


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História
Chris Redfield, sobrevivente do incidente na mansão, segue sua luta contra o legado negro da antiga Umbrella Corporation. Vivendo agora com um grande sentimento de culpa pela morte de sua velha amiga, Jill Valentine, que foi morta em missão. Após um longo período lutando incansavelmente contra a venda e produção de bio-armas, a serviço da atual organização na qual trabalha, conhecida como Bioterrorism Security Assesment Alliance (BSAA), que age contra o bioterrorismo. Em 2008, Chris é enviado a Kijuju, uma cidadezinha situada na África, com a missão de capturar um contrabandista de bio-armas, Ricardo Irving. Chris aparenta estar cansado de lutar, e sempre se pergunta se vale mesmo a pena lutar contra tudo isso. Ao chegar em Kijuju, Chris conhece sua nova parceira: Sheva Alomar, membro da BSAA africana. Os dois logo se tornam amigos, a ponto de Chris se lembrar do que houve com Jill, e passar a temer que aconteça algo parecido com Sheva. Mesmo assim, ele segue sua caçada, e adentra os portões de Kijuju, logo sendo notado pelos moradores. Eles encontram Reynard Fisher, um infiltrado da BSAA, os agentes recebem suas armas que Reynard guardava. Na rua, notam um morador sendo arrastado por dois homens, ao verem os heróis os agressores fogem deixando a vítima para trás. Chris então tenta socorrer o pobre homem, mas ele estranhamente o ataca. A dupla é obrigada a executá-lo. Seguindo em frente, uma macabra cena acontece: Reynard é pego pelos moradores e levado para um palanque numa praça, lá, é decaptado. Quando são avistados, Chris e Sheva agora têm de lutar contra todos os habitantes enfurecidos, que avançaram contra eles. Com a chegada do apoio aéreo, os moradores desaparecem. Chris então se lembra do relatório de Leon S. Kennedy; comentando um acontecimento semelhante, que durante uma missão na Europa os moradores também o atacaram sem motivo, sendo obra de um parasita conhecido como Las Plagas, que deixa o hospedeiro completamente hostil. Mais tarde, durante um outro ataque de moradores, Chris e Sheva recebem o apoio da equipe Delta da BSAA, liderada por Josh Stone. Chris obtém informações sobre Irving, além de uma imagem, consistida em uma mulher muito parecida com Jill. Eles encontram Irving, que logo depois foi resgatado por uma figura encapuzada, frustrando a investida. Até que mais um obstáculo surge: uma criatura voadora gigante que mais parece uma mistura de morcego com aranha. Depois de uma longa luta, o monstro Popokarim é abatido, e a dupla continua a missão em uma grande perseguição, sendo apenas um veículo da BSAA com Chris, Sheva e um soldado contra caminhões e motos guiados pelos habitantes enfurecidos. A perseguição termina ao anoitecer, mas seria o início de outro embate, agora a dupla teria que enfrentar uma criatura gigante humanóide (também similar ao enfrentado por Leon), o gigante Ndesu. Quando a aberração é morta, Chris decide deixar a missão de lado e ir procurar Jill, além de optar por seguir sozinho para não arriscar Sheva. Mas a moça se recusa, dizendo que os dois são parceiros e só irão se separar no fim. Um tempo depois, após passarem por uma refinaria de petróleo, onde estaria Irving, e após a fuga do mesmo, o pequeno barco de Chris, Sheva e Josh colide com o grande navio de Irving. A dupla sobe até a embarcação inimiga para finalmente capturarem Irving. Porém, o vilão decide parar de fugir e enfrentá-los, injetando em si mesmo um vírus estranho, que lhe transformou em um monstro deformado. Mesmo assim, não foi páreo para a dupla, que derrotou Irving e o interrogaram sobre a garota da foto. Ele fala sobreExcella Gionne, presidente da Tricell, uma base militar e uma mina subterrânea. Ambos então partem para o destino, mas não encontram Jill, apenas Excella em uma grande sala, acompanhada de Albert Wesker. A misteriosa figura encapuzada reaparece, agora lutando contra Chris e Sheva. Quando um intervalo acorre, Wesker retira o capuz da figura, que se revela a própria Jill Valentine, agora sob o domínio de Wesker. Chris e Sheva consegue retirar o P4 do tórax de Jill e fazê-la retornar à consciência. Jill manda Chris ir atrás de Wesker antes de ele liberar um vírus na atmosfera, contaminando todo o mundo. Quando Excella é localizada, é traída e infectada pelo Uroboros (o organismo que Wesker quer soltar na atmosfera). A moça se transforma em um monstro, sendo inevitavelmente morta. Ao alcaçarem Wesker, uma luta acontece. Agora, Wesker tem um ponto fraco indicado por Jill: o mesmo vírus que ele usava em seu corpo, se fosse usado em excesso, faria mal ao usuário. A dupla consegue injetar em Wesker diversas doses do experimento e o vilão foge para um jato, tentando libertar o Uroboros. A dupla o alcança, e derrubam o avião em um vulcão ativo. Na luta final, Wesker se enfurece e se infecta propositalmente com o Uroboros. Chris e Sheva são separados durante a luta, e ao ver Sheva em perigo, Chris chega a empurrar uma grande rocha para chegar até ela. Wesker é dado como morto na luta, pois foi atingido por dois disparos de RPGs de Chris e Sheva, que foram resgatados por um helicóptero, com Jill e Josh dentro. Ao ver a missão completada, e ainda saber que Jill e Sheva estão a salvo, Chris finalmente obtém sua resposta: por um mundo seguro, vale a pena lutar.


Personagens


Chris Redfield

O protagonista da trama, que esteve presente também nos jogos antigos de Resident Evil. Chris é o ex-membro do esquadrão S.T.A.R.S. e tem como nova parceira, Sheva Alomar, uma das fundadoras da B.S.A.A. O rapaz é também bastante conhecido e respeitado na empresa. Ainda atormentado com a morte de sua parceira Jill Valentine, ele é enviado a Kijuju para capturar Ricardo Irving, que está envolvido em contrabando de armas biológicas. Na África, porém, ele irá descobrir verdades sobre eventos passados e, mais uma vez, confrontar Albert Wesker, com quem tem assuntos pessoais a tratar, e também com a organização Tricell, comandada por Excella Gionne.


Sheva Alomar

Sheva perdeu os pais num acidente com armas biológicas. Revoltada, ela se juntou à milícias até que encontrou seu lugar na B.S.A.A. onde foi treinada por Josh Stone. Por conhecer bem Kijuju, foi designada como guia para Chris Redfield, e conta com suas habilidades para auxiliá-lo em sua missão de capturar Ricardo Irving. Sheva é a mais nova garota da série RE, inteligente, atraente e habilidosa é uma grande aliada em combate, possuindo inúmeros golpes para derrubar os inimigos, sendo muito mais atlética que seu parceiro Chris Redfield.


Albert Wesker

O ex-capitão do Time Alpha dos S.T.A.R.S. está envolvido nos principais incidentes envolvendo B.O.W.s atualmente. O inimigo mortal de Chris Redfield se alia a Excella Gionne e utiliza os recursos da empresa Tricell para levar a cabo seu plano: impor uma nova ordem mundial. Frio, calculista e cada vez mais perigoso, Wesker se considera um deus e acredita que salvar o planeta é sua responsabilidade, mesmo que isso signifique erradicar a raça humana. Está bem mais ágil e poderoso do que nos jogos anteriores, possuindo novas habilidades devido às doses periódicas de vírus injetado em seu organismo com a ajuda de sua nova parceira, Excella Gionne.


Excella Gionne

Oriunda de uma nobre família européia, a atraente Excella é especialista em engenharia genética. Ela utilizou as informações cedidas por Wesker para chegar ao posto de presidente da filial africana da Tricell Inc., continuando assim suas pesquisas interrompidas com a falência da Corporação Umbrella. É uma das responsáveis pelo incidente na zona autônoma de Kijuju.


Ozwell E. Spencer

Único fundador da Umbrella ainda vivo, Spencer se tornou recluso em seu castelo após a falência da Umbrella. Porém, é localizado pela B.S.A.A. e por Albert Wesker, que possui negócios pendentes com ele. Por outro lado, o velho também conhece antigos segredos sobre a origem e identidade do vilão, e a captura do idoso se torna decisiva tanto para Wesker quanto para a B.S.A.A.. É assassinado por Albert Wesker na mesma mansão onde Jill Valentine e Chris Redfield o enfrentam minutos após o fato.


Jill Valentine

Jill é uma sobrevivente dos acontecimentos de Raccoon City e era parceira de Chris Redfield. Dada como morta, aparentemente, agora ela trabalha para a Tricell involuntariamente. Em sua primeira aparição, frustra a captura de Ricardo Irving. No decorrer do jogo é revelado que é Jill Valentine que está sendo controlada por um implante em seu peito colocado por Wesker. Depois de retirado o implante, ela deixa de ser controlada e retoma sua consciência passando a ajudar Chris e Sheva.


Ricardo Irving

Suspeito de bio-terrorismo e contrabandista de armas, Ricardo Irving é uma das peças principais do incidente em Kijuju. Gerente de uma refinaria de petróleo da Tricell, Irving é um homem sarcástico, mentalmente instável e ressente não ser respeitado da maneira que gostaria. Ele se transforma em um monstro marinho, após se infectar com a Control Plaga.

Josh Stone


Líder do Time Delta da B.S.A.A., foi o mentor de Sheva Alomar e a enxerga como uma irmã caçula. Pertencente ao "braço" Oeste Africano da organização, Josh oferece suporte aos protagonistas em diversos momentos do jogo.


Alysson

Estava em Kijuju quando os moradores se tornaram assassinos frios e irracionais. É contaminada pelo Uroboros e conseqüentemente morta por Chris e Sheva.



Fonte: (História) Wikipédia








MineCraft - PC

Minecraft é meio que um rpg, não sei ao certo dizer...
É uma especie de The sims, só que, graficos muito piores e ultrapassados.
O jogo é simples, mas porem, diversão é muito alta.Menos de 1mb !
Mas com as atualizações e os mundos que voce ira criar (save game)
o jogo ira ficar com outro peso (dependendo do tamanho do seu mundo)


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Grand Theft Auto IV - PC

                                                                                                                            

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GTA IV - Pinto..Pino,eu falei pino












E galera,mais uma que a Rockstar apronto com a gente...Vc pode conferir o local onde fica esse boliche no 3ª ou 4ª missão.não lembro =D

GTA IV Fudendo Liberty City

Mais um aew galera...

terça-feira, 10 de maio de 2011

Qual a graça de usar ''cheats'' ?


Eu sou contra quem usa cheat toda hora,tudo bem você usar cheat naquela parte do game que você não consegue passar,vai lá,usa um cheat,sem problema...Mais ai que vem o problema,tem pessoas que usam cheat toda hora,como no GTA SA,levo um tiro já vai usando cheat...Dai o game perde a graça,não tem o desafio e passar a fase cuidando para não morrer,desviando das balas,ou se protegendo dos golpes,juntar dinheiro pra comprar aquela arma,tunar aquele carro,se você usar muito o cheta vai perder a graça,então use cheat só quando for necessário,assim você se diverte muito mais do que se você virar um jogo usando cheat (falo pro experiência propria)...

GTA IV Fudendo Liberty City

Galera,como vcs sabem eu tenho uma série de videos do GTA IV,onde eu mato os 'homi',e explodo algumas coisas...Vou postar aqui os 4 videos da série,mais quando eu fizer um video novo eu posto aqui blz galera...


sexta-feira, 6 de maio de 2011

Jogador X Gamer

Daew galera,blz...To aqui hoje pra falar sobre a diferença de jogadores e gamers...

O jogador joga GTA,CoD,Dead Space,etc...Tudo bem,nos gamers amamos esses jogos,mais ai que vem a diferença...
O jogador ele joga por exemplo GTA IV,ele vira o GTA dai chega no final ele não sabe quem é Niko,Roman,Dwaney,Playboy X...Nós gamers só não sabemos o tipo sanguíneo do personagem..
Nós gamers jogamos Dead Space e sabemos que o jogo se passa no século 25,depois da destruição da terra,e se passa todo na nave Ushimura...Jogadors penção que Dead Space 2 se passa no século 4908959857685965 e pensam que Ushimura é nome de revista porno de japa...
Nós gamers jogamos CoD MW (1 ou 2) e sabemos quem é Soap,MacTavis...Jogadores não sabem nem prenunciar os nomes deles...Ou seja jogadores simplesmente fecha o jogo,e fica por isso mesmo...Gamers DETONAM o jogo,jogam os extras,as DLC...

NÃO TENHO NADA CONTRA JOGADORES,só não gosto que confundam GAMERS com viciadinhos em vídeo game,ou em computador OU ATÉ MESMO NERD...

quinta-feira, 5 de maio de 2011

#PreçoJusto Mundo Gamer apoia!!

Galera vamos apoiar o #PreçoJusto...No Brasil os preços são quase metade de impostos...Ou seja mais ou menos 60% do preço dos nossos jogos são impostos...E ainda falam pra a gente comprar original mais nós queremos,mais com esses preços,hehe meu amigo,ta foda...

Nova expanção de CoD Black Ops


A Activision lançou nesta terça-feira (3) para o Xbox 360 a segunda expansão para o game de tiro "Call of Duty: Black Ops". Chamada de "Escalation Pack", o pacote traz cinco novos mapas, incluindo o modo cooperativo chamado "Call of the Dead", que leva zumbis para o confronto. O conteúdo custa US$ 15.
Os mapas são Hotel, Convoy, Zoo, Stockpile e o  Call of the Dead. O modo com zumbis é o destaque ao ter as participações da atriz Sarah Michelle Gellar, do seriado "Buffy"; George Romero, diretor de filmes de terror; Robert Englund, o Freddy Kruger dos filmes "A Hora do Pesadelo"; Danny Trejo, de "Machete"; e Michael Rooker, do seriado "The Walking Dead".
De acordo com Mark Lamia, diretor da Treyarch, que desenvolveu "Black Ops", o modo "Call of the Dead" irá trazer uma nova experiência de zumbis aos jogadores, com um nível incrível de ação.
O PlayStation 3 e o PC devem receber o pacote nas próximas semanas.
Jogadores devem agir em grupo contra os zumbis (Foto: Divulgação)Jogadores devem agir em grupo contra os zumbis (Foto: Divulgação)

Socom 4 Special Forces

Quando Socom U.S. Navy Seals foi lançado para o velho PS2, eu fui um dos poucos que teve o privilégio de estar entre os primeiros 500 Beta Testers do serviço online da Playstation. Porque o privilégio? Porque ao comprar Socom U.S. Navy Seals e ao ter sido escolhido para integrar a linha de Beta-Testers pude participar nos primeiros jogos online deste Socom.

Com o nick na altura de Krb e com pouca experiência em jogos online, depressa percebi que a comunidade de jogadores era maior do que conseguia imaginar e através de muitas jogatinas, conheci pelo outro lado do Headset através de conversas em voz, pessoas da minha idade que também andavam na escola, tipos que vinham a casa de fim de semana e jogavam, pessoas em cargos elevados de todo o tipo de empregos, e até, pais de família, havendo até um dos nossos companheiros de armas que foi pai durante a era Socom.

Joguei tanto o primeiro Socom, como Socom 2 U.S. Navy Seals, que em termos de jogo, revelou ser o melhor de todos. A partir do terceiro, as coisas começaram a descambar, com a introdução de cenários enormes, veículos e salas para mais jogadores do que apenas os 8 contra 8 iniciais.

Passados alguns anos, e após vários lançamentos, a Zipper, os criadores da saga, voltam a assumir as rédeas de um Socom de larga escala, após o sucesso tremido de Socom U.S. Navy Seals Confrontation, fazendo de Socom 4 Special Forces, o primeiro Socom a sério do PS3. Mas após o declínio da série, será que Socom ainda vai conseguir voltar aos bons velhos tempos do Playstation 2?

Antes de mais nada, esqueçam Call of Duty. Socom 4 Special Forces pode ser um jogo de guerra moderna, mas está muito longe do estilo de qualquer COD. Para começar, Socom 4 Special Forces não é um FPS, mas sim um TPS (Third Person Shooter) táctico, ou seja, vocês movimentam seu personagem com a câmara colocada perto das costas e a partir desta posição, podem realizar todos os tipos de ataques com arma, ou físicos.

De qualquer forma, vão ter muito tempo para se habituar a estes, pois Socom 4 Special Forces não é apenas um jogo online na sua totalidade, havendo uma campanha para completar e modos adicionais para entreter durante umas boas horas, mas lá vamos nós.

Começando pela campanha, aqui assumem o comando de um comandante de uma unidade especial da Nato que é chamado para travar uma ameaça terrorista conhecida como Naga. De forma a dar algum impacto dramático, foram conferidos a todos os personagens alguma história e motivos que os levam a estar presentes neste combate, embora nunca tendo tanto impacto como um Metal Gear Solid. A história faz sentido e é vista ao bom estilo de um filme de guerra, com personagens fortes a nível psicológico e com pouco à vontade para mostrar sentimentos.

Durante a campanha vão visitar vários tipos de ambientes, que vão desde densas florestas, a complexos industriais. Nestas missões, vão normalmente progredir na ação através de esquadrões, existindo dois que podem controlar e dar ordens para vários tipos de ações. Como exemplo, é possível ordenar que os nossos colegas se abriguem numa determinada zona e ataquem até dois alvos específicos. Ao avançar na história, e com duas equipes, é possível realizar estratégias bem mais sólidas, que ao serem bem ponderadas, permitem abrir caminho por zonas hostis sem grandes dificuldades.

Os inimigos, embora não sejam do mais inteligente que já vimos num jogo, são bastante tácticos e letais, levando a cabo cercos com soldados que nos começam a flanquear e a atirar de forma precisa para cada um dos personagens. Não pensem que podem sair de cobertura armados em heróis, normalmente, isso termina com a sua morte.SOCOM 4: Special Forces new trailer

Falando em cobertura, essa é uma funcionalidade que Socom 4 Special Forces usa de forma bastante positiva. A qualquer momento podem correr até uma parede ou objeto de boas dimensões e usa-lo como abrigo, sendo depois possível disparar diretamente de lá, espreitando por cima da mesma, ou esquina. De qualquer forma, nem estas proteções são seguras, pois as balas penetram pela madeira, e bocados de cimento começam a saltar deixando o personagem exposto, obrigando a trocar de posição de forma frequente.

As armas presentes no jogo são baseadas em armas reais, por isso, se são fãs de Socom ou de qualquer outro jogo de guerra, vão reconhecer maior parte delas de imediato. Cada arma tem funções diferentes, dando mais dano quando as balas acertam, ou disparando mais depressa. Cada uma destas pode ser personalizada com vários tipos de melhoramentos, que permitem influenciar o seu funcionamento. Podem carregar até duas ao mesmo tempo, além de granadas de vários tipos.

Outra das grandes inovações em relação aos anteriores é a introdução do Move. Para dizer a verdade, o Move até funcionou bem do que estava esperando, mesmo tendo jogado grande parte do tempo com o Move e Dualshock. Esta opção não é certamente a forma definitiva de controlar o seu personagem, especialmente a nível Online, onde seriam rapidamente cilindrados ao usar o Move, mas é claramente uma boa forma de experimentarem Socom de outra forma, além de até ser um bom cartão-de-visita para outras pessoas que não são grandes fãs deste estilo de jogos.

Fora do modo campanha, existe ainda o modo Custom, no qual podem organizar partidas para um jogador (no caso do Offline) baseadas nos cenários da campanha, e onde podem escolher o grau de dificuldade, estilo de objetivo e quantidade de inimigos presentes na área de intervenção. É um modo divertido, mas é quase feito a pensar naquelas pessoas que querem treinar, durante um dia sem Internet em casa.

Mas onde Socom 4 Special Forces está como peixe na água, é no modo Online, mas será que ao mesmo nível de Socom 2 U.S. Navy Seals? Bem, ainda é cedo para dizer, pois o Online ainda está numa fase inicial e tive de ingressar na fase beta para jogar mais do que o tempo que foi disponibilizado para os jornalistas.

Em termos de Online, podem jogar em dois modos: Cooperativo e competitivo, mas falemos primeiro do modo menos importante, o Cooperativo. Mesmo não sendo o mais importante, é neste modo que vão poder juntar vários amigos (ou até desconhecidos) e partir para as mesmas missões do modo Custom, sendo o principal objetivo, a ajuda, com o objetivo de vencer as forças terroristas em missões criadas ao seu real gosto e vontade. Este modo funciona bem e é bastante divertido, além de ser uma boa forma de descontrair, e até mesmo, usar o Move. Mas caso queiram treinar contra o computador, este é um modo que pode ser tão difícil quanto quiserem.

Agora sim chegou a altura de falar do modo principal de Socom 4 Special Forces, ou seja, o seu modo online competitivo. Tal como disse no início da análise, o Online e estilo de jogo de Socom 4 Special Forces é totalmente diferente de grande parte dos jogos de guerra do mercado, focando a sua estratégia no jogo táctico em que o funcionamento em equipe é fundamental para a vitória, pois é notório que o jogo tenta sempre fazer com que o jogador acabe jogando em equipe.

Existem duas formas de jogar Socom 4 Special Forces no seu modo Online, no modo clássico, ou no modo “actual”. No modo clássico, ao bom estilo dos primeiros Socom, cada vez que morre, a ronda acaba para vocês, ficando como espectadores enquanto os restantes jogadores ainda vivos tentam decidir a ronda. Logo que o objetivo é cumprido, esta termina e na ronda seguinte, todos voltam à vida para tentar somar mais um ponto para a equipe.

No modo “Standart” não dispõem de apenas uma vida, mas sim de Respawn, dependendo apenas das regras pré-definidas para cada tipo de missão, o que funciona à semelhança dos FPS mais conhecidos da atualidade, e vai ser certamente o modo com o qual os jogadores casuais vão se familiarizar mais depressa.

Em termos de modos, vão encontrar, Supression, onde o objetivo é eliminar todos os inimigos da equipe contrária ou matar o maior número de inimigos possíveis; Bomb Squad, onde um dos jogadores é escolhido ao acaso para ser o elemento da brigada anti-bomba e é o único que pode desativar as bombas, cabe à equipe contrária impedir que as bombas sejam desativadas; Last Defence obriga-nos a defender ou obter locais estratégicos ao estilo de um Capture The Flag e por fim, em Uplink, onde precisam recolher informações dos inimigos ou de proteger as mesmas. Vão ainda haver modos extra especiais por semana que usam características especiais para as vitórias de jogo.

O modo Online de Socom 4 Special Forces também funciona por experiência, ou seja, cada vez que matam alguém ou fazem algo que conta para o bem da missão, são recompensados com pontos de experiência que aumenta o ranking e desbloqueia novas melhorias para as suas armas.

Mesmo sendo um dos melhores jogos que podem encontrar no online do PS3, Socom 4 Special Forces fica algo aquém do que podia ser experimentado nos primeiros Socom. Para começar, todas as “novidades” introduzidas são úteis, mas ainda não estão totalmente bem afinadas, o que provoca algum desconforto nas primeiras horas de jogo e raramente, alguns bugs estranhos. Além do mais, sendo um jogo para jogar essencialmente em equipe, o fato de nem toda a gente que vai jogar Socom 4 Special Forces, ter um Headset, vai diminuir drasticamente a possibilidade de se fazerem tácticas de equipe. Algo que vai acabar por ser ultrapassado, assim que começarem a formar clãs.

O modo Online também ainda sofria de alguns bugs nas mudança de rondas, mas de resto, no que respeita ao Lag e framerate, não há muito a apontar e quase tudo funcionou da melhor forma.

Socom 4 Special Forces como jogo, não é dos mais bonitos do PS3, nem tão espalhafatoso como um Call of Duty, de qualquer forma, ainda consegue ter os seus momentos, com vastas florestas cheias de vegetação, bons efeitos de água e até boas recriações de todo o estilo de material militar, como as armas, fatos e capacetes, havendo até um “mimo” dependendo do seu país, que faz com que seu personagem se vista com uma farda com a bandeira do país de origem.

Os personagens podiam parecer mais autênticos e menos robóticos, além de que existem vários pop-ups nas paisagem e texturas menos conseguidas. Resumindo, o que faz, faz de uma forma muito positiva, mas sem nunca mostrar intenções de querer ser um marco neste departamento.

No que toca ao áudio, na minha opinião, toda a música encaixa bem no jogo e soam “a Socom” como este ficou conhecido. Os barulhos das armas estão bastante fieis, assim como é bom ouvir que os inimigos falam na sua língua nativa. Outro ponto positivo vai mais uma vez para o trabalho da tradução para português que está muito bom, não saindo dos parâmetros de qualidade feitos pela Sony, embora já comece a ser cada vez mais altura de atores de voz tentarem ser ainda naturais e menos “teatrais” ao falar.

Em termos de longevidade, o modo campanha dura cerca de 7 horas, se não forem demasiado tácticos, mas há sempre o modo Custom que permite realizar as tais missões modificadas, sempre que quiserem jogar um pouco sozinhos. No modo Online, a duração pode ser infinita, e à medida que apanham o jeito, não vão querer outra coisa, se tiverem sorte de encontrar jogadores com espírito de ajuda e camaradagem, então preparem-se para serem absorvidos para guerras de clãs e afins.

Infelizmente Socom 4 Special Forces não é tão bom como o clássico e eterno Socom 2 U.S. Navy Seals, mas ainda tem muito espaço para crescer e quem sabe, este acabe por constituir uma forte comunidade, capaz de relembrar os bons e velhos tempos, em que ficavam todos jogando noite adentro, enquanto estavam conversavam.

Se são fãs de jogos rápidos ou FPS ao estilo Rambo, ou apenas querem uma campanha singleplayer cheia de emoções, então esqueçam, Socom 4 Special Forces é um retorno às origens dos TPS clássicos. Mas se tal como eu, jogaram a beta, ou os Socom clássicos, então sabem bem o que este Socom vale. Experimentem Socom 4 Special Forces sem medo, o mais provável é não o quererem largar mais depois.

Fonte: Portal dos Gamers